RESENHA: A MENINA MAIS FRIA DE COLDTOWN - NOVO CONCEITO
"A Menina Mais Fria de Coldtown" recebeu uma promoção enorme pela Editora Novo Conceito. Banners com frases instigantes, imagens chamativas, polêmicas e um site criado especialmente para o livro.
Sem dúvida alguma, esse marketing bem feito me atingiu em cheio e minha curiosidade cresceu a ponto de me fazer ler o livro no dia em que o ganhei.
Tana estava curtindo uma festa com os amigos do colégio. Ficou tão bêbada, que acabou adormecendo na banheira. Ao acordar, ela se deparou com corpos e muito sangue espalhados pela casa.
O local fora atacado por vampiros e, desesperada para sair dali, Tana correu a um dos quartos para pegar a chave do carro, se deparando com seu ex-namorado estendido na cama e ferido por uma mordida de vampiro. Ao lado dele, um vampiro acorrentado e amordaçado a encarava.
Logo, ela entendeu que o vampiro de nome Gavriel e o seu ex-namorado Aidan foram aprisionados pelo clã que cometera aqueles assassinatos.
Mesmo correndo perigo, Tana resolveu soltar os dois garotos e fugir, mas antes acabou levando uma mordida de raspão de uns dos vampiros do grupo de assassinos.
Correndo risco de estar infectada, carregando consigo um garoto recém infectado e um vampiro de verdade, ela acaba tomando uma decisão: Ultrapassar os muros de uma das Coldtowns, cidades cercadas onde vampiros e humanos dividem o mesmo espaço. Presa e predador em disputa pela vida.
O único problema é que, ao ultrapassar os muros, a probabilidade de uma pessoa conseguir sair de lá é praticamente nula.
Nos dias de hoje, com tantos livros contando histórias de vampiros, é bem complicado ser original. Só que não ser original não é necessariamente ruim. Você pode escrever um livro totalmente inovador, mas péssimo. Ou também pode escrever um livro baseado e inspirado em outras obras e criar uma trama de grande qualidade.
Holly Black, a autora do livro, fez um pouco das duas coisas. Conseguiu ser original em alguns aspectos e pegou alguns elementos de sucesso de outros livros vampirescos. Qual foi resultado disso? Um livro instigante e que de certa forma prende o leitor.
Preciso confessar que algo não mencionado na sinopse me trouxe uma certa decepção no começo da leitura. Eu acho que o leitor deve saber que o garoto encontrado ao lado do ex-namorado de Tana é um vampiro. Não há porque esconder isso na sinopse. Eu comecei a ler o livro esperando uma história protagonizada por dois humanos e um infectado e saber que um dos três já era um vampiro me pareceu um pouco bobo. No decorrer da leitura eu acabei me acostumando!
Um dos pontos positivos da trama é a não existência de um triângulo amoroso. Parece que ao pensar em uma história com vampiros, os autores automaticamente imaginam um triângulo, mas isso já ficou cansativo e ninguém aguenta mais esse repeteco. Então podem ficar tranquilos, não há ninguém duelando pelo amor de alguém!
Tana é um personagem que me deixou um pouco confuso. Eu não consegui entender se ela tinha medo ou se não tinha. Por vários momentos, a garota ficava com vontade de gargalhar em momentos de apreensão e certas atitudes tomadas por ela realmente não entraram na minha cabeça.
Sendo bem sincero, pensei em desistir da leitura nos três primeiros capítulos, mas continuei a ler e não me arrependo. O livro em sua totalidade é bom. Tem uma história bem construída e a quantidade de pessoas de má índole traz agilidade para a trama. O perigo ronda a protagonista em todos os momentos.
A narrativa é em terceira pessoa e os capítulos são introduzidos por frases de grandes personalidades fazendo menção à morte.
A arte do livro é incrível. A Novo Conceito fez tudo milimetricamente perfeito, desde a capa até as folhas, que possuem desenhos simulando manchas de sangue. Realmente, estão de parabéns!
Recomendo esse livro àqueles que estão com saudades dos vampiros das antigas, com dentes pontiagudos, olhos vermelhos, vulneráveis a luz solar e sedentos por sangue. Quer um pouco de adrenalina e terror? Então não deixem de ler!
Nos dias de hoje, com tantos livros contando histórias de vampiros, é bem complicado ser original. Só que não ser original não é necessariamente ruim. Você pode escrever um livro totalmente inovador, mas péssimo. Ou também pode escrever um livro baseado e inspirado em outras obras e criar uma trama de grande qualidade.
Holly Black, a autora do livro, fez um pouco das duas coisas. Conseguiu ser original em alguns aspectos e pegou alguns elementos de sucesso de outros livros vampirescos. Qual foi resultado disso? Um livro instigante e que de certa forma prende o leitor.
Preciso confessar que algo não mencionado na sinopse me trouxe uma certa decepção no começo da leitura. Eu acho que o leitor deve saber que o garoto encontrado ao lado do ex-namorado de Tana é um vampiro. Não há porque esconder isso na sinopse. Eu comecei a ler o livro esperando uma história protagonizada por dois humanos e um infectado e saber que um dos três já era um vampiro me pareceu um pouco bobo. No decorrer da leitura eu acabei me acostumando!
Um dos pontos positivos da trama é a não existência de um triângulo amoroso. Parece que ao pensar em uma história com vampiros, os autores automaticamente imaginam um triângulo, mas isso já ficou cansativo e ninguém aguenta mais esse repeteco. Então podem ficar tranquilos, não há ninguém duelando pelo amor de alguém!
Tana é um personagem que me deixou um pouco confuso. Eu não consegui entender se ela tinha medo ou se não tinha. Por vários momentos, a garota ficava com vontade de gargalhar em momentos de apreensão e certas atitudes tomadas por ela realmente não entraram na minha cabeça.
Sendo bem sincero, pensei em desistir da leitura nos três primeiros capítulos, mas continuei a ler e não me arrependo. O livro em sua totalidade é bom. Tem uma história bem construída e a quantidade de pessoas de má índole traz agilidade para a trama. O perigo ronda a protagonista em todos os momentos.
A narrativa é em terceira pessoa e os capítulos são introduzidos por frases de grandes personalidades fazendo menção à morte.
A arte do livro é incrível. A Novo Conceito fez tudo milimetricamente perfeito, desde a capa até as folhas, que possuem desenhos simulando manchas de sangue. Realmente, estão de parabéns!
Recomendo esse livro àqueles que estão com saudades dos vampiros das antigas, com dentes pontiagudos, olhos vermelhos, vulneráveis a luz solar e sedentos por sangue. Quer um pouco de adrenalina e terror? Então não deixem de ler!


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