CONHEÇA "ELE ESTÁ DE VOLTA", O GRANDE DESTAQUE DE JUNHO DA INTRÍNSECA
Olá leitores, hoje venho dar mais detalhes do maior destaque de junho da editora Intrínseca: "Ele Está de Volta" de Timur Vermes.
Timur Vermes nasceu em Nuremberg, na Alemanha, em 1967, filho de mãe alemã e pai imigrante húngaro que deixou o país em 1956. Estudou história e política antes de se tornar jornalista, escreveu para os jornais alemães Abendzeitung e Cologne Express e trabalhou para uma série de revistas, além de atuar como ghost-writer de diversos livros até 2007. Ele está de volta é seu primeiro romance.
Confira os motivos para você não deixar de lê-lo:SINOPSE: Berlim, 2011. Adolf Hitler acorda num terreno baldio. Vivo. As coisas mudaram: não há mais Eva Braun, nem partido nazista, nem guerra. Hitler mal pode identificar sua amada pátria, infestada de imigrantes e governada por uma mulher. As pessoas, claro, o reconhecem — como um imitador talentoso que se recusa a sair do personagem. Até que o impensável acontece: o discurso de Hitler torna-se um viral, um campeão de audiência no YouTube, ele ganha o próprio programa de televisão e todos querem ouvi-lo. Tudo isso enquanto tenta convencer as pessoas de que sim, ele é realmente quem diz ser, e, sim, ele quer mesmo dizer o que está dizendo. Ele está de volta é uma sátira mordaz sobre a sociedade contemporânea governada pela mídia. Uma história bizarramente inteligente, bizarramente engraçada e bizarramente plausível contada pela perspectiva de um personagem repulsivo, carismático e até mesmo ridículo, mas indiscutivelmente marcante.
• Mais de 1,5 milhão de exemplares vendidos apenas na Alemanha.
• Desde o lançamento, o livro figura nas principais listas de mais vendidos da Europa, onde vem se mantendo nas primeiras posições.
• Direitos de publicação vendidos para mais de 30 países.
TRECHO DE “ELE ESTÁ DE VOLTA”:As críticas são as melhores possíveis. "Ele Está de Volta" vai misturar fatos históricos, os costumes da sociedade contemporânea, acidez, humor negro e filosofia em um enredo bem engraçado.
Uma primeira pesquisa, que sem dúvida ficaria incompleta, resultou no seguinte:
1. Os turcos claramente não vieram nos ajudar.
2. Por causa do septuagésimo aniversário da Operação Barbarossa, havia diversas reportagens sobre o assunto, abordando principalmente seu reflexo na história alemã. (...) De forma geral, afirmava-se que a campanha não fora vitoriosa e, até mesmo, que a guerra fora perdida.
3. Consideram-me morto. Insinuam que cometi suicídio.
E, é verdade, lembro-me de ter discutido em teoria essa possibilidade com meu círculo de camaradas próximos, e decerto me falta a lembrança de algumas horas de um período claramente difícil. (...)
Então, será que eu estaria morto?
Porém, a situação dos nossos jornais não é segredo. Neles, o surdo anota o que o cego relata, o idiota edita e os colegas dos outros jornais copiam. Cada história é reformulada com o mesmo caldo podre de mentiras para que se sirva ao povo ingênuo, no fim das contas, a mistura “gloriosa”.
4. (...) As avaliações militares, histórico-militares, políticas e de qualquer tema geral, até de economia, feitas pela imprensa de forma errônea, omitidas por falta de noção ou má vontade, devem ser ignoradas.
5. (...) Os cérebros insanos, ímpios e degenerados pela sífilis da imprensa marrom, claramente livres de qualquer controle estatal, se refestelam na sua visão de mundo totalmente fantasiosa.
6. O Reich Alemão parecia ter enfraquecido e virado uma espécie de “República Federal”, cuja liderança cabia aparentemente a uma mulher (“Primeira-ministra”).
7. Havia partidos novamente e, claro, aquela tagarelice improdutiva infalível que os acompanhava.
8. O Völkischer Beobachter não estava disponível em todos os lugares; ao menos, a banca do jornaleiro claramente liberal não exibia aquele jornal.
9. O território do Reich parecia ter sido reduzido; os Estados circundantes, contudo, permaneceram iguais em sua maioria.
10. O marco do Reich não existe mais, apesar de a ideia de criar uma moeda válida em toda a Europa ter sido formulada por mim ter sido realizada por outros. (...) Agora os pagamentos são feitos em uma moeda artificial chamada “euro” que, conforme esperado, é acompanhada por grande desconfiança.
11. Parecia haver uma espécie de paz parcial; contudo, a Wehrmacht, as forças armadas, continuava como sempre em guerra, porém, recebera o nome de Bundeswehr, e suas condições eram invejáveis, sem dúvida, em virtude do avanço tecnológico. Se fosse possível confiar nos números divulgados pelos jornais, dava praticamente para acreditar na invencibilidade dos soldados alemães em campo, com baixas apenas ocasionais.
Pois é.
Este mesmo livro é publicado em Portugal pela Editora Lua de Papel (existe o selo aqui no Brasil, pela Editora Leya), por isso não confundam... o livro publicado aqui, é de exclusividade da Editora Intrínseca... mas fica o vídeo promocional da versão portuguesa do livro, que achei muito divertido:
Curtiu? O lançamento será feito no dia 23/06, terá 304 páginas e você já pode ler o primeiro capítulo do livro AQUI E AGORA!
Preciso dizer que estamos contando os dias para o lançamento?


Nenhum comentário